Uma das maiores lições que o tempo nos ensina é que “a vida é uma questão de contínuas escolhas”. A palavra-chave desta frase é escolha. O sinónimo perfeito de escolha é sacrifício. Tudo na vida implica decisões e escolhas, ou seja, optar por uma coisa em detrimento de outra. É este o significado de sacrifício – abdicar de algo em prol de outro algo. Quanto mais depressa aprendermos esta lição, bem patente em todos os momentos do nosso dia-a-dia, mais depressa podemos aprender a escolher o caminho que queremos para nós.
Não podemos ter tudo, fazer tudo ou ser tudo aquilo que queremos, mas podemos ser, fazer e ter algumas dessas coisas e é aí que entra a nossa capacidade de decisão. Muitas vezes até, temos de optar entre duas ou mais coisas que não queremos, temos de escolher aquilo que é menos mau. Seja uma simples escolha entre comer peixe ou carne ou almoço, comprar um jornal ou outro, ir a um determinado café em vez de outro, viver numa cidade ou noutra; fazer algo implica sempre não fazer outra coisa e isso é um sacrifício! Assim, sendo cada um de nós, melhor ou pior pessoa, todos nós nos sacrificámos, seja por nós próprios, por deus, pela família, pelos amigos, pela nação, por estranhos, ou pela humanidade, todos nós nos sacrificámos. Também há aqueles que sacrificam tudo e toda a gente por si próprios (a grande maioria de nós). É aqui que, muitas vezes, entra o amor. O amor tem o condão de mudar o objecto do nosso sacrifício… deixamos de sacrificar as outras pessoas em prol da nossa própria pessoa, para passarmos a sacrificarmo-nos a nós próprios em virtude da(s) pessoa(s) amada(s). Parecendo que não, há aqui um equilíbrio cósmico, já que raramente alguém ama ser sem amado. Isto significa que, normalmente, quando passamos a sacrificar-nos por alguém também essa pessoa passa a sacrificar-se por nós – é isto o verdadeiro amor, é esta a melhor escolha que algum dia podemos fazer. Acontece que nem sempre o sacrifício é mútuo, retribuído ou totalmente recíproco.
Posso não saber as respostas, mas as perguntas não vou deixar nenhuma por fazer.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Do you value life?
“Do you value life? Then waste not time, for that is the stuff of which life is made.” (Benjamin Franklin)
I'm done wasting my time...
I'm done wasting my time...
domingo, 3 de julho de 2011
A work in progress
Look at me now.
I won't let myself finish where I started. I won't let myself end where I began.
I truly know what is within me, even if you can't see it yet.
Look me in the eyes and you shall see. I have something more important than courage, I have confidence. I will become who I know I am.
p.s. if you have unfulfilled dreams (and we all should have them), you can't ever forget this words. You have it in you to start what you want and to finish what you started.
I won't let myself finish where I started. I won't let myself end where I began.
I truly know what is within me, even if you can't see it yet.
Look me in the eyes and you shall see. I have something more important than courage, I have confidence. I will become who I know I am.
p.s. if you have unfulfilled dreams (and we all should have them), you can't ever forget this words. You have it in you to start what you want and to finish what you started.
sábado, 2 de julho de 2011
Uncertainty
Doubts and more doubts. Right now, there's nothing else but uncertainty. It's like I don't even own the doubts anymore. It's them who own me.
If it is actually good not to know everything, it is just as bad not to know anything. When I'm not sure about anything, I second guess every choice I made and every choice I'll have to make, the chances taken and the ones not taken. Was it worth it? Is it worth it? Or will it ever be worth it?
If it is actually good not to know everything, it is just as bad not to know anything. When I'm not sure about anything, I second guess every choice I made and every choice I'll have to make, the chances taken and the ones not taken. Was it worth it? Is it worth it? Or will it ever be worth it?
Sozinho e vazio
É como se vivesse num mundo à parte, como se não tivesse nada nem ninguém. Sou só eu e o resto do mundo. Já alguma vez te sentiste assim?
domingo, 26 de junho de 2011
Sair daqui
Esta cidade estraga-me. Nunca gostei dela... E tudo o que de bom nela havia, é agora algo doloroso.
Mal posso esperar por sair daqui.
Mal posso esperar por sair daqui.
terça-feira, 21 de junho de 2011
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